terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Ano novo, amigos novos


20 de novembro de 2014

 

Querido diário,

Como sempre foste o meu confidente e te contei tudo sobre a minha vida até agora, decidi contar-te um episódio da minha vida que sucedeu no dia 15 de setembro de 2014, o meu primeiro dia de aulas, e também a entrada para uma nova escola.
Às sete horas o meu despertador já tocava e eu levantei-me da cama. Vesti a roupa, que tinha escolhido muito bem no dia anterior, para causar boa impressão na escola. Seguidamente, tomei o pequeno-almoço, vesti um casaco e apanhei o autocarro. Quando lá cheguei, recebi vários olhares. Senti-me um pouco envergonhada e nervosa, até que, sem querer, me cruzei com um rapaz chamado Joaquim, que me disse “olá” e que eu deveria ser a rapariga nova. Eu disse-lhe que sim e ele acompanhou-me até à porta da sala, onde iríamos ter aulas.
Finalmente, começámos a aula e o professor pediu-me que me apresentasse à turma. Disse o meu nome, a minha idade, mas ninguém pareceu estar interessado em me ouvir. Só o Joaquim parecia querer ser meu amigo.
Saímos para o intervalo e percebi que ninguém queria falar comigo. Todos os meus colegas tinham vários grupos formados e cada um tinha o seu estilo diferente.
Mas, conforme os dias iam passando, comecei a conhecer novas pessoas e senti-me bem por isso estar a acontecer. Tornei-me grande amiga do Joaquim e espero que esta amizade continue.


Sofia

A festejada


Braga, 24 de novembro de 2014

 

            Querido diário,

            Vou contar-te o dia de ontem. Como já sabes, ontem foi a minha festa de anos. Tal como no ano passado, decidi fazê-la no Hotel Meliã.
            Às 14.50h, cheguei ao hotel e fiquei à espera das convidadas. Quando já tinha chegado toda a gente, descemos para a “recepção” da piscina e fomos vestir-nos. Pusemo-nos prontas e fomos para a piscina, onde ficamos das 15.40h às 16.40h.
            Estávamos quase a sair da piscina, quando a Maria Inês saiu da piscina e bateu com o joelho na escada, começando a sangrar. Fui fazer-lhe um curativo e quando voltamos avisei toda a gente que tínhamos de sair da piscina e que nos tínhamos de despachar.
            Subimos no elevador e, quando chegamos à sala, estava toda a gente ansiosa para lanchar. De seguida, começamos a comer. No resto da festa, havia sempre pessoas a comer, a jogar “wii” ou simplesmente a conversar e a tirar fotos.
            Por volta das 18.30h, cantámos os parabéns e de seguida, aos poucos, as convidadas foram indo embora.
            Fui para casa e estava muito enjoada.
            Gostei muito da festa, embora ache que a do ano passado foi melhor. Foi um dia ótimo em que estive rodeada das pessoas de que gosto.

 

Beijinhos,                             
Matilde

Uma vista simplemente perfeita

            Vista_noturna_de_Ubá.jpg (1600×1200)                                                              
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/, consultada em 30/12/2014)
                                                      
                                                                                                                                   Braga, 23/11/2014

Querido diário,

       Este dia foi espetacular: fui à festa da Matilde no Hotel Meliã. Primeiro, entregámos as prendas e descobrimos que eu e a Maria João comprámos o mesmo livro...
       Seguidamente, fomos para a piscina, onde a água era tãããããããão quente! Eu, a Helena e a Teresa encontrámos um balde cheio de gelo e colocámo-lo no fato de banho da Maria Inês! Nem queiras imaginar a reação dela (ahahahah )!!!!
      Após tomarmos banho, fomos para uma sala privada no privada no décimo andar. O elevador era de vidro, o que permitia apreciar as vistas. Quando chegámos, avistámos uma mesa de três andares cheia de comida maravilhosa. Portanto, como deves calcular, nunca comi tanto na vida!
     Uma vez que jogámos "Just dance" decidimos calcular as calorias que desgastámos. Mas, não sei como, a Teresa desgastou o dobro de mim!!!!
     A parte de que eu mais gostei foi quando fomos para a varanda. Meu Deus, aquela vista de Braga à noite era simplesmente perfeita. Comemos pipocas, enquanto desfrutávamos da paisagem e da conversa (claro!!!!).
    Por último, cantámos os parabéns, e comemos o bolo.
Desculpa, mas tenho de ir estudar Português, porque amanhã tenho teste.


Sofia

Tudo muda... menos as mentalidades


electrique.jpg (640×302)
                                                                                                                        
(Fonte: http://www.charlotteauvolant.net/, consultada em 30/12/2014)
                                                                                                                       Braga, 26 de novembro de 2060,

Querido diário,

Lembro-me como se fosse ontem de quando existia crise e pessoas a queixarem-se dos seus baixos salários. Olho para as ruas e percebo que esse tempo já lá vai. Conseguimos que os carros elétricos, menos poluentes, tanto sonora como ambientalmente, tomassem conta das ruas. E é claro que isto não aconteceu porque as pessoas mudaram de mentalidade. Lá por volta de 2045 exploraram-se todas os poços que havia para explorar e acabou-se o petróleo. Como se vê, isto teve um grande impacto na sociedade. Lembro-me tão bem de quando as pessoas se queixavam do seu baixo salário... pois bem, agora já nem trabalho têm. As máquinas fazem tudo. Eu já previa que isto acontecesse desde muito pequena, por isso não foi uma grande surpresa.
Se estivesse a ler este diário há uns anos atrás, pensaria que quem o escreveu estava louco, mas, por muito estranho que possa parecer, a crise em Portugal desapareceu, mais cedo do que eu esperava. E o euro desapareceu e regressou o famoso escudo. Esta foi das mudanças que mais me surpreendeu.
Depois de escrever tudo isto percebo que houve mudanças boas, como a utilização de carros elétricos, mas também mudanças más, pois antes eram as máquinas que ajudavam o Homem e agora é o Homem que ajuda as máquinas. Só é pena que alguns preconceitos socias não tenham mudado!
Carolina

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O primeiro dia do resto da vida do Rodrigo

caloustegulbenkian.jpg (100×60)
(Fonte: http://www.bragasite.com/, consultada em 30/12/2014)




Dia 21 de junho de 2011



Querido diário (se o tivesse)



Hoje vou relatar como o meu dia foi complicado, entre preocupação, e felicidade, neste regresso às aulas em 2011. Eu não sei se a minha mãe me vai mudar de escola, porque o colégio onde estou é muito caro e a minha mãe está com problemas financeiros. Eu não gostava de mudar, porque na outra escola as pessoas não me conhecem; então, vou ter de fazer amigos novos.



Dia 22 de junho de 2011



Hoje a minha mãe decidiu que eu ia mudar de escola e essa escola chama-se Gulbenkian (por acaso, é de música). Eu sempre gostei de música, mas não sei se estarei preparado para os testes que lá fazem para se entrar.



Dia 23 de junho de 2011



Hoje vou fazer os testes e alguns amigos da minha escola também vão tentar entrar. Estou muito nervoso, mas pelo que estudei, não tenho de o estar.



Dia 24 de junho de 2011



Ainda não sei, mas acho que o teste me correu muito bem. Não vou poder falar muito porque estou cheio de sono, portanto, vou dormir.



Dia 25 de junho de 2011



Entrei na escola no décimo lugar em vinte. Que sorte. O regresso às aulas acabou bem.



Rodrigo

O futuro do futuro

(Fonte: http://fr.123rf.com/clipart-vecteurs/manivelle.html, consultada em 29/12/2014)




                                                                                             Segunda-feira, 24 de novembro de 2060, Braga


                Caro diário,


                As coisas dos dias de hoje são muito diferentes de quando eu tinha treze anos. A cidade de Braga mudou muito de 2014 para 2060.


                Agora, nós não viajamos de carro, mas sim de hidrobicicletas. Esta nova tecnologia é movida a vapor de água, que é reutilizável. Recentemente, mudámo-nos para uma nova casa. Fiquei espantada quando soube que é feita com materiais ecológicos e é autossustentável. Daqui a umas horas, vou tomar o “comprimido diário”, que analisa o nosso estado de saúde. Esta informação é depois enviada para o nosso médico de família. Hoje em dia, apenas comemos vegetais e, de vez em quando, carnes brancas - isto porque a maior parte dos animais estão em vias de extinção, e por isso, não podem ser mortos para o nosso consumo.


                Antigamente, havia bastantes guerras; agora, nem uma! Ultimamente, têm ocorrido algumas corrupções na administração do nosso país. Mas esta situação nem um dia durou, pois os autores foram logo presos.


                Concluindo, o mundo agora é muito melhor do que quando eu era uma jovem inocente. Mas ainda há imperfeições que temos de sanar. Para já, vivemos em paz. No entanto, a minha questão é: Como será o futuro?
Joana

Nostalgia do Natal


 


(Fonte: Fartblot.files.wordpress.com, consultada em 29/12/2014)
Querido diário,

 

No dia de hoje, 10 de dezembro de 2060, reparei, mais do que nunca, que o mundo está muito diferente. Confesso que, agora, com 59 anos, a minha vida está mudada.

 Em 2014, na minha cidade, Braga, os jovens interessavam-se pelos estudos, havia ainda muita pobreza à face da Terra, mas as pessoas viviam felizes. Na véspera do Natal, via-se toda a gente numa azáfama a fazer compras, a preparar a casa, a montar a árvore de Natal – para que tudo estivesse perfeito!  Lembro-me claramente de como era o meu Natal : queria sempre ajudar os meus pais a montar a árvore de Natal - adorava - e ficava muito feliz quando saía à rua e via tudo iluminado. Contudo, agora, em 2060, a situação não é a mesma : as pessoas apenas desejam riqueza, fausto e ostentação e não se preocupam com os valores da vida. Há cada vez mais poluição - rios poluídos, fábricas… Enfim, até eu acho que o Natal é uma ocasião aborrecida e sem nexo nenhum. As minhas filhas, quando eram mais novas, raramente iam à escola. Viveram sempre rodeadas de luxo e considero isso um erro meu. As escolas já não são o que eram e existem cada vez mais vírus, fungos e bactérias nos hospitais.

Em suma, tenho saudades do mundo de 2014 e das aventuras que vivi quando tinha 13 anos. Afinal de contas, o que conta é a felicidade e não o fausto e a riqueza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                       Ana Francisca Correia, nº2, 8ºC

O ovo "Kinder" da D. Braselina, a madalena da Maria






                                                                     
(Fonte: http://1.bp.blogspot.comconsultada em 29/12/2014)                                                                       

 12 de abril de 2060
Querido diário,                                                                                                                     

 

Hoje completo 59 anos e tenho-me lembrado dos tempos em que eu era jovem. Tudo mudou, já não estou no mesmo mundo em que outrora vivi!
Vivo na mesma cidade, não saí, não viajei, não fui… simplesmente fiquei cá.
Antigamente víamos o mundo pintado de verde, agora não; é um mundo cinzento, obscuro e infeliz, cheio de fábricas e máquinas.
Lembro-me de, quando era pequenina, ir para a rua brincar com os meus vizinhos: andávamos de bicicleta e jogávamos futebol; um mundo de emoções e felicidade. Agora, nem conheço os meus vizinhos, nunca os vi. Lembro-me também de ir ao parque com a Dona Braselina. Ah! A Dona Braselina…! Adorava aquela senhora. Todos os dias, quando ia trabalhar para minha casa, trazia-me um ovo Kinder. Sabia-me tão bem aquele chocolate. Agora acho que já nem se vendem. As crianças adoravam os ovos Kinder, mas agora elas adoram é aqueles “tablets” e telefones que ninguém percebe.
Tantas recordações daqueles tempos: a escola, os amigos, os testes… Agora as turmas têm 40 alunos no mínimo. Na minha altura tínhamos uns 25 na turma. Era muito melhor, visto que éramos todos muitos unidos.
Bem! Agora vou à minha festa de anos, por isso tenho de ir.

Beijinhos,

                                                                                                                             Maria

sábado, 13 de dezembro de 2014

Não confundir...





Engoma-se ou engomasse?


As duas formas são corretas.
Engoma-se: terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo engomar. É a forma verbal usada como impessoal quando ligada ao pronome -se:
    Nesta loja engoma-se roupa.
Engomasse: forma da primeira ou terceira pessoas do singular do pretérito imperfeito do conjuntivo do mesmo verbo. Usa-se em frases hipotéticas:
    Se eu engomasse a roupa agora, logo poderia fazer outras coisas.
Para pronunciar corretamente cada um dos casos, convém lembrar que em engoma-se a sílaba acentuada é "-go-" e em engomasse é "-ma-".


In http://www. portoeditora.pt (acedido em 13/12/2014)

Há erros vergonhosos ou À erros vergonhosos?



Há bocado ou à bocado?
A construção correta é há bocado.
é a terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo haver. Neste caso, o verbo indica tempo decorrido, por isso, emprega-se como impessoal, ou seja, conjuga-se apenas na 3.ª pessoa do singular.
À é a contração da preposição a com o artigo definido, no feminino, singular, a.



In http://www. portoeditora.pt (acedido em 13/12/2014)

Não inventem, por favor...



A expressão "tem haver" não existe. Em certos contextos, podemos dizer/ escrever "tem a haver". Por exemplo: se alguém nos deve dinheiro, pode dizer-se "Os trabalhadores têm a haver o seu subsídio de Natal". Já a expressão "tem a ver com" significa relacionar-se com, dizer respeito a.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cenário de correção 8.ºB




Grupo I
árvore
barco/embarcação
comboio

carta de jogar
ótimo
Palavra polissémica

primeiro adj numeral
abafado – adj qualificativo

Poema/estrofe

bastante – quantidade e grau
inclusivamente – inclusão
depois – tempo
agradavelmente – modo
quiçá – dúvida

Advérbio relativo
Advérbio interrogativo

Intransitivo
Transitivo direto e indireto
Transitivo indireto

Verbo copulativo
Auxiliar da passiva

Dada a sua juventude, o gato nunca estava/ficava cansado.
Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.
O gatinho permanecia imóvel, vendo Anne a escrever.
Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.
Quando o anexo foi pilhado, Mouschi ficou inconsolável
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)
.
Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto

Naquele esconderijo, Mouschi passou a vê-los com outros olhos.
Anne passá-las-ias a fazer o reco­nhecimento daquela que iria ser a sua casa.
Miep ofereceu-lha, o que, no anexo, era um verdadeiro tesouro.
Quando Miep o encontrou, ficou aliviadíssima.

Pronome pessoal recíproco
Pronome pessoal reflexo

Anne pediu a Mouschi que saísse dali. Perguntou-lhe se não via que estavam a trabalhar e se não sabia que aquele trabalho tinha de ser entregue no dia seguinte.
- Mouschi, isto que eu escrevo é a minha única forma de liberdade.

Num primeiro momento, destaca-se que Mouschi, o gato de Anne Frank, proporciona ao leitor um contacto efectivo com as consequências da guerra no universo quotidiano e privado de uma família e de uma adolescente, evidenciando aspectos esquecidos dos conflitos. Seguidamente, realça-se que José Jorge Letria usa de rigor histórico e é fiel ao texto original, com o qual estabelece um diálogo intertextual. Desta forma, a identificação dos leitores com a protagonista da obra de José Jorge Letria, facilitada pela idade próxima, pelas actividades desenvolvidas, pelos gostos e comportamentos, fortalecerá, certamente, a percepção das consequências particulares e amplamente trágicas dos conflitos armados. Por outro lado, a focalização realizada a partir do ponto de vista do gato permite a reconstituição do percurso de personagens referenciais de perspectivas originais, uma vez que o narrador felino tem grandes afinidades com a sua dona e transmite, desta forma /por último, uma visão particular da sua vida, emoções, pensamentos e acções.”

Grupo II
Resposta livre


Cenário de correção 8.ºC



Grupo I
Mão
Escola
Piano

Sem sapatos
Desprotegidos

Palavras polissémicas

Primeiro: adjetivo numeral
Descalços: adjetivo qualificativo

Biblioteca/ estante

Porventura: advérbio de dúvida
Inclusive: advérbio de inclusão
Amanhã: advérbio de tempo
Não: advérbio de negação
muito: advérbio de quantidade e grau

Advérbio relativo
Advérbio interrogativo

Transitivo dierto e indireto
transitivo direto
intransitivo

Verbo copulativo
verbo auxiliar da passiva

Júlio era/revelava-se o aluno mais capaz.
Todos os alunos estavam/ficavam à espera de ver quem batia em quem.
Quando apanhava, Júlio permanecia impassível.
Manuel, pelo contrário, parecia/ficava nervoso.
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)


Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto
Manuel sussurrou-lha.
Oxalá não a tivesse sussurrado
Manuel via-a nos filmes e nas revistas.
Se um aluno se enganasse num verbo, o Lencastre pô-lo-ia de cabeça para baixo e obrigava-o a conjugar o verbo assim.

Pronome pessoal reflexo
Pronome pessoal recíproco

Por fim, o meu pai disse que aquele cão tinha um problema. Estava convencido de que não era cão.
Num primeiro momento, “Uma estrela”, de Manuel Alegre, apresenta-se como um conto de Natal, mas não se esgota nessa leitura. Com efeito, a narrativa caracteriza-se, ainda, pela revisitação dos Natais da infância e da celebração em família, assim como um em particular do exílio, recuperando memórias e afectos e cruzando diferentes momentos relevantes na vida do narrador. O Natal e a sua celebração ganham contornos de contemporaneidade e revelam o seu significado mais profundo, de comunhão entre os homens. Simultaneamente, as ilustrações de Cristina Valadas sublinham o cariz alternativo da narrativa, afastando-se das cores e formas tradicionais natalícias. Concluindo, o lirismo que pontua a narrativa radica, igualmente, na recuperação das memórias da avó Margarida.[1]

Grupo II
Resposta livre




[1] Baseado num texto de Ana Margarida Ramos (casadaleitura/portalbeta/bo, acedido em 21/11/2014)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Cenário de correção 8.ºA


Grupo I

Computador

Mão

Casa

Meio de transmissão

Carro

Palavras polissémicas

Primeira – adj numeral

Trágica – adj qualificativo

Ninhada

Muito – quantidade e grau

Até – inclusão

Depois – tempo

Magnificamente – modo

Talvez – dúvida

Advérbio interrogativo

Advérbio relativo

Transitivo indireto

Intransitivo

Transitivo direto

Auxiliar da passiva

Verbo copulativo

Mouschi permanecia imóvel, vendo Anne a escrever.

Dada a sua juventude, o gato nunca estava cansado.

Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.

Quando o anexo foi pilhado, Mouschi ficou muito triste.

(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)

Pretérito mais-que-perfeito composto

Pretérito mais-que-perfeito simples

Naquele esconderijo, eu passei a admirá-los.

Anne passá-las-ia a fazer o reco­nhecimento daquela que iria ser a sua casa.

Anne bichanou-lho.

Quando Miep o encontrou, ficou aliviadíssima.

Pronome pessoal recíproco

Pronome pessoal reflexo

Anne disse a Mouschi que saísse dali. Perguntou-lhe se não via que estavam a trabalhar e se não sabia que aquele trabalho tinha de ser entregue no dia seguinte.

- Mouschi, isto que eu escrevo é a minha única forma de liberdade. - desabafou Anne.

Num primeiro momento, destaca-se que Mouschi, o gato de Anne Frank, proporciona ao leitor um contacto efetivo com as consequências da guerra no universo quotidiano e privado de uma família e de uma adolescente, evidenciando aspetos esquecidos dos conflitos. Seguidamente, realça-se que José Jorge Letria usa de rigor histórico e é fiel ao texto original, com o qual estabelece um diálogo intertextual. Por último, a identificação dos leitores com a protagonista da obra de José Jorge Letria, facilitada pela idade próxima, pelas atividades desenvolvidas, pelos gostos e comportamentos, fortalecerá, certamente, a perceção das consequências particulares e amplamente trágicas dos conflitos armados. Por outro lado, a focalização realizada a partir do ponto de vista do gato permite a reconstituição do percurso de personagens referenciais de perspetivas originais, uma vez que o narrador felino tem grandes afinidade com a sua dona e transmite, desta forma, uma visão particular da sua vida, emoções, pensamentos e ações.

Grupo II

Resposta livre