
Grupo I
árvore
barco/embarcação
comboio
carta
de jogar
ótimo
Palavra polissémica
primeiro –
adj numeral
abafado – adj qualificativo
Poema/estrofe
bastante – quantidade e grau
inclusivamente – inclusão
depois – tempo
agradavelmente – modo
quiçá – dúvida
Advérbio relativo
Advérbio interrogativo
Intransitivo
Transitivo direto e indireto
Transitivo indireto
Verbo copulativo
Auxiliar da passiva
Dada a sua juventude, o gato nunca
estava/ficava cansado.
Por isso também, parecia/era pouco
ajuizado.
O gatinho permanecia imóvel,
vendo Anne a escrever.
Por isso também, parecia/era pouco
ajuizado.
Quando o anexo foi pilhado, Mouschi ficou
inconsolável
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)
.
Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto
Naquele esconderijo, Mouschi passou a vê-los com outros olhos.
Anne passá-las-ias a fazer o reconhecimento daquela que iria ser a sua casa.
Miep ofereceu-lha, o que, no anexo, era um
verdadeiro tesouro.
Quando
Miep o encontrou, ficou aliviadíssima.
Pronome pessoal recíproco
Pronome pessoal reflexo
Anne
pediu a Mouschi que saísse dali. Perguntou-lhe se não via que estavam a
trabalhar e se não sabia que aquele trabalho tinha de ser entregue no dia
seguinte.
- Mouschi, isto que eu escrevo é a
minha única forma de liberdade.
Num primeiro
momento, destaca-se que Mouschi, o gato de Anne Frank, proporciona ao
leitor um contacto efectivo com as consequências da guerra no universo
quotidiano e privado de uma família e de uma adolescente, evidenciando aspectos
esquecidos dos conflitos. Seguidamente,
realça-se que José Jorge Letria usa de rigor histórico e é fiel ao texto
original, com o qual estabelece um diálogo intertextual. Desta forma, a identificação dos leitores com a protagonista da
obra de José Jorge Letria, facilitada pela idade próxima, pelas actividades
desenvolvidas, pelos gostos e comportamentos, fortalecerá, certamente, a percepção das consequências particulares e amplamente
trágicas dos conflitos armados. Por outro
lado, a focalização realizada a partir do ponto de vista do gato permite a
reconstituição do percurso de personagens referenciais de perspectivas
originais, uma vez que o narrador
felino tem grandes afinidades com a sua dona e transmite, desta forma /por último, uma visão particular da sua vida, emoções,
pensamentos e acções.”
Grupo
II
Resposta livre
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