
Grupo I
Mão
Escola
Piano
Sem
sapatos
Desprotegidos
Palavras
polissémicas
Primeiro:
adjetivo numeral
Descalços:
adjetivo qualificativo
Biblioteca/
estante
Porventura: advérbio de dúvida
Inclusive: advérbio de inclusão
Amanhã: advérbio de tempo
Não: advérbio de negação
muito: advérbio de quantidade
e grau
Advérbio
relativo
Advérbio
interrogativo
Transitivo dierto e indireto
transitivo direto
intransitivo
Verbo copulativo
verbo auxiliar da passiva
Júlio era/revelava-se o aluno
mais capaz.
Todos os alunos estavam/ficavam
à espera de ver quem batia em quem.
Quando apanhava, Júlio permanecia impassível.
Manuel, pelo contrário, parecia/ficava nervoso.
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)
Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto
Manuel
sussurrou-lha.
Oxalá não a tivesse sussurrado…
Manuel via-a nos filmes e nas revistas.
Se um
aluno se enganasse num verbo, o Lencastre pô-lo-ia
de cabeça para baixo e obrigava-o a conjugar o verbo assim.
Pronome pessoal reflexo
Pronome pessoal recíproco
Por fim, o
meu pai disse que aquele cão tinha um problema. Estava convencido de que não
era cão.
Num primeiro momento, “Uma
estrela”, de Manuel Alegre, apresenta-se como um conto de Natal, mas não se esgota nessa leitura. Com efeito, a narrativa caracteriza-se,
ainda, pela revisitação dos Natais
da infância e da celebração em família, assim
como um em particular do exílio, recuperando memórias e afectos e cruzando
diferentes momentos relevantes na vida do narrador. O Natal e a sua celebração
ganham contornos de contemporaneidade e revelam o seu significado mais
profundo, de comunhão entre os homens. Simultaneamente,
as ilustrações de Cristina Valadas sublinham o cariz alternativo da narrativa,
afastando-se das cores e formas tradicionais natalícias. Concluindo, o lirismo que pontua a narrativa radica, igualmente, na
recuperação das memórias da avó Margarida.[1]
Grupo II
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