segunda-feira, 15 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!


A necessidade de impor limites ao que se pode sujeitar um participante num concurso televisivo para conquistar audiências provoca alguma discussão. Na minha opinião, impor limites é benéfico.

                Por que motivo defendo esta posição? Fundamentalmente por duas razões.  Primeiro, porque as pessoas são ridicularizadas, sem culpa alguma, podendo ficar em casa durante muito tempo, chegando até a sofrer de depressão. Depois, visto que estas acções podem levar os responsáveis pelo programa a tribunal, podendo ser processados.
Contudo, há quem defenda uma posição diferente, argumentando que só querem animar o programa, sem intenção de ofender ninguém. Além disso, porque o rapaz decerto já sabia que tinha as orelhas um pouco grandes e provavelmente já conhecia o programa, sabendo que ridicularizavam um pouco as pessoas. Estes argumentos baseiam-se num raciocínio errado, visto que a vida das pessoas está em primeiro lugar, não havendo o direito de envergonhar assim alguém. Por outro lado, o concurso é de talentos, logo o rapaz tinha todo o direito de tentar a sua sorte. Ninguém escolhe o corpo que tem.

                Em conclusão, a necessidade de impor limites gera alguma discussão, mas parece-me que os meus argumentos são mais válidos que os contra-argumentos.
Inês C.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Cenário de correção do teste de compreensão oral


Listening-6.jpg (430×298)


V1

 

1. a. F (É o titulo de uma peça de teatro.); b. V; c. F (Há também outras personagens na peça, como a Acentuação e a Pontuação.)

 

2. Seiva Trupe.

 

3.1.a., b., d., e.;3.2. b.; 3.3. a.

V2

 

 

1. a.V; b.F (É o titulo de uma peca de teatro.); c. F (Há também outras personagens na peça, como a Acentuação e a Pontuação.)

 

2. Seiva Trupe.

 

3.1.b., d., e.e f.; 3.2. d.; 3.3. c.

 
Imagem retirada de http://www.andyeklund.com/ em 11/6/2015

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

 
Num mundo onde a tecnologia é muito importante em vários aspectos, os videojogos são um tema a debater. Na minha opinião, os videojogos podem ser benéficos se forem utilizados sem excessos.
Existem duas razões principais que sustentam este ponto de vista: em primeiro lugar, os jovens/crianças devem ter uma forma de descontrair, e jogar consola é uma dessas formas. Por outro lado, existem muitos jogos disponíveis para consolas que se podem revelar muito educativos.
Os opositores a esta ideia podem argumentar que jogar videojogos aumenta a obesidade nas crianças. A verdade é que antigamente, este argumento até podia ser válido, porém, atualmente, a tecnologia possibilitou a criação de jogos para consolas que, de alguma forma, exercitam não só a mente como o corpo. Aqueles que acreditam que os jogos de entretenimento devem acabar, também defendem que estes jogos afastam as crianças umas das outras e viciam facilmente. Mais uma vez, este argumento baseia-se num raciocínio errado, pois muitas vezes estes jogos tornam-se até uma forma de reunir os jovens e, por experiência própria, não considero os videojogos extremamente viciantes.
Em suma, acredito que os jogos de entretenimento não devem ser proibidos, mas sim acompanhados por outras actividades.

Carolina

domingo, 7 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

Textos argumentativos, é connosco!


Os jogos de entretenimento são, hoje em dia, um tema que provoca alguma discussão. Atualmente, os jovens só brincam com as consolas e computadores. Na minha opinião, esta situação apresenta mais pontos negativos do que positivos.
Em primeiro lugar, as crianças passam demasiadas horas em frente destes ecrãs, fazendo com que se tornem dependentes destes aparelhos. Vemos isto, por exemplo, quando se torna uma tarefa difícil desligar os videojogos. Em segundo lugar, este facto traz consequências para a saúde, por exemplo: defeitos na visão, dores de cabeça, entre outros. Em terceiro lugar, estes aparelhos são cada vez mais a preços excessivos, acarretando despesas para as famílias.
No entanto, há quem defenda outra opinião, dizendo que os videojogos podem ser educativos. A meu ver, esta afirmação pode ter a sua parte de verdade, mas muitas vezes as crianças acabam por ficar viciadas, mesmo que estes jogos sejam educativos. Também há quem diga que estas consolas são uma fonte de desenvolvimento das empresas, como a “Sony”, mas, na minha opinião, quem acaba por sofrer as consequências deste consumo excessivo são as famílias.
Em suma, estas tecnologias e o seu consumo trazem pontos negativos para as crianças, assim como para os seus pais. Por isso, defendo que deve haver uma especial atenção às crianças que estão viciadas nos videojogos.
Joana

Textos argumentativos, é connosco!

O uso excessivo dos jogos de entretenimento é um tema que provoca alguma discussão. A meu ver, o uso dos videojogos tem desvantagens.

A minha opinião baseia-se em duas razões fundamentais. Em primeiro lugar, porque causam problemas de saúde, entre eles, problemas na visão; em segundo lugar, pois provocam a dependência dos jovens, uma vez que passam bastantes horas em frente à consola ou ao computador e nem se apercebem do que se passa à sua volta.

Contudo, os que defendem a posição oposta apresentam como principais argumentos o facto de ser não só uma forma de entretenimento, mas também uma forma de aprender e de lidar com as novas tecnologias. Considero que estes argumentos não são válidos, uma vez que existem outras maneiras de as crianças se entreterem, tais como jogar à bola, desenhar, andar de bicicleta, correr, fazer “puzzles”, etc; e dado que podem aprender coisas novas na escola ou até mesmo em casa, perguntando aos pais.

Em suma, após esta breve reflexão, reafirmo que as desvantagens do uso excessivo dos jogos de entretenimento se sobrepõem às suas vantagens, sendo o principal inconveniente os problemas de saúde que acarretam.

Francisca

sábado, 6 de junho de 2015

A Francisca inspira-se no Luís

De saltos vai para o baile,

Leonor, pela rua;

vai charmosa e ditosa.


Leva na cabeça a tiara,

o anel nas mãos profundas,

cinta de fino tecido azul;

vestido de seda;

traz a malinha de couro,

mais luminosa que uma estrela;

vai charmosa e ditosa.


Olhos sossegados e castanhos,

cabelos pretos o trançado,

colar de prata...

Tão linda que o mundo espanta!

Chove nela verdade tanta

que dá graça ao charme;

vai charmosa e ditosa.