quarta-feira, 10 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

 
Num mundo onde a tecnologia é muito importante em vários aspectos, os videojogos são um tema a debater. Na minha opinião, os videojogos podem ser benéficos se forem utilizados sem excessos.
Existem duas razões principais que sustentam este ponto de vista: em primeiro lugar, os jovens/crianças devem ter uma forma de descontrair, e jogar consola é uma dessas formas. Por outro lado, existem muitos jogos disponíveis para consolas que se podem revelar muito educativos.
Os opositores a esta ideia podem argumentar que jogar videojogos aumenta a obesidade nas crianças. A verdade é que antigamente, este argumento até podia ser válido, porém, atualmente, a tecnologia possibilitou a criação de jogos para consolas que, de alguma forma, exercitam não só a mente como o corpo. Aqueles que acreditam que os jogos de entretenimento devem acabar, também defendem que estes jogos afastam as crianças umas das outras e viciam facilmente. Mais uma vez, este argumento baseia-se num raciocínio errado, pois muitas vezes estes jogos tornam-se até uma forma de reunir os jovens e, por experiência própria, não considero os videojogos extremamente viciantes.
Em suma, acredito que os jogos de entretenimento não devem ser proibidos, mas sim acompanhados por outras actividades.

Carolina

domingo, 7 de junho de 2015

Textos argumentativos, é connosco!

Textos argumentativos, é connosco!


Os jogos de entretenimento são, hoje em dia, um tema que provoca alguma discussão. Atualmente, os jovens só brincam com as consolas e computadores. Na minha opinião, esta situação apresenta mais pontos negativos do que positivos.
Em primeiro lugar, as crianças passam demasiadas horas em frente destes ecrãs, fazendo com que se tornem dependentes destes aparelhos. Vemos isto, por exemplo, quando se torna uma tarefa difícil desligar os videojogos. Em segundo lugar, este facto traz consequências para a saúde, por exemplo: defeitos na visão, dores de cabeça, entre outros. Em terceiro lugar, estes aparelhos são cada vez mais a preços excessivos, acarretando despesas para as famílias.
No entanto, há quem defenda outra opinião, dizendo que os videojogos podem ser educativos. A meu ver, esta afirmação pode ter a sua parte de verdade, mas muitas vezes as crianças acabam por ficar viciadas, mesmo que estes jogos sejam educativos. Também há quem diga que estas consolas são uma fonte de desenvolvimento das empresas, como a “Sony”, mas, na minha opinião, quem acaba por sofrer as consequências deste consumo excessivo são as famílias.
Em suma, estas tecnologias e o seu consumo trazem pontos negativos para as crianças, assim como para os seus pais. Por isso, defendo que deve haver uma especial atenção às crianças que estão viciadas nos videojogos.
Joana

Textos argumentativos, é connosco!

O uso excessivo dos jogos de entretenimento é um tema que provoca alguma discussão. A meu ver, o uso dos videojogos tem desvantagens.

A minha opinião baseia-se em duas razões fundamentais. Em primeiro lugar, porque causam problemas de saúde, entre eles, problemas na visão; em segundo lugar, pois provocam a dependência dos jovens, uma vez que passam bastantes horas em frente à consola ou ao computador e nem se apercebem do que se passa à sua volta.

Contudo, os que defendem a posição oposta apresentam como principais argumentos o facto de ser não só uma forma de entretenimento, mas também uma forma de aprender e de lidar com as novas tecnologias. Considero que estes argumentos não são válidos, uma vez que existem outras maneiras de as crianças se entreterem, tais como jogar à bola, desenhar, andar de bicicleta, correr, fazer “puzzles”, etc; e dado que podem aprender coisas novas na escola ou até mesmo em casa, perguntando aos pais.

Em suma, após esta breve reflexão, reafirmo que as desvantagens do uso excessivo dos jogos de entretenimento se sobrepõem às suas vantagens, sendo o principal inconveniente os problemas de saúde que acarretam.

Francisca

sábado, 6 de junho de 2015

A Francisca inspira-se no Luís

De saltos vai para o baile,

Leonor, pela rua;

vai charmosa e ditosa.


Leva na cabeça a tiara,

o anel nas mãos profundas,

cinta de fino tecido azul;

vestido de seda;

traz a malinha de couro,

mais luminosa que uma estrela;

vai charmosa e ditosa.


Olhos sossegados e castanhos,

cabelos pretos o trançado,

colar de prata...

Tão linda que o mundo espanta!

Chove nela verdade tanta

que dá graça ao charme;

vai charmosa e ditosa.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

A Joana glosa o Luís

De chinelas vai para a escola



De chinelas vai para a escola,

Maria, pelo caminho;

vai sozinha e sem carinho.



Leva no saco o caderno,

a merenda na outra mão,

dentro apenas um pão;

a fome será mais, com certeza,

mas é tudo o que há na sua mesa;

não sente saudades do seu ninho,

vai sozinha e sem carinho.



Descobre ao longe os amigos,

todos chegam com os seus pais,

e mochilas grandes demais;

na escola não querem ficar,

em casa há muito para que voltar;

mas Maria não tem nem um carrinho,

vai sozinha e sem carinho.



domingo, 31 de maio de 2015

(8.º A) Cenário de correção... corrigido


N.B. Vi-me obrigada a usar este pleonasmo, porque, por lapso, tinha publicado o cenário de correção de outra turma. Uma variante aos meus proverbiais enganos nos números das perguntas... ou, como dizem colegas bem mais desenvoltos do que eu: "Era só para ver se estavam atentos!" ;)




Grupo I





Parte A

1. C, A B, D

2. “uma escola”

3.1. b); 3.2. c) 3.3. a) 3.4. b) 3.5. a) 3.6. c)

Grupo II
1. Manuel pretende demonstrar a Mestre João as dificuldades por que passou. A fala revela que as situações adversas que experienciou são comparáveis ao Inferno.
2. A Avantesma simboliza o medo causado nos marinheiros pelas tempestades e correntes marítimas.
N.B. Em nota de rodapé (lida e comentada na aula), Manuel António Pina frisa: “Adopta-se aqui o nome de Adamastor por conveniência narrativa: o nome está popularizado como personificação dos medos dos Mares do Fim do Mundo, a designação (importada por Camões da mitologia grega) é, como se sabe, de data posterior”.
3. As afirmaçõesO que te digo é que os teus sofrimentos foram decerto tamanhos, mas que os padeceste aqui, neste mundo, e não no outro, donde nunca homem nenhum voltou. “ e “Eu creio no que vejo (…)” provam que o físico e astrólogo é um homem das ciências.
4. Mestre João refere-se ao instrumento de medida que os marinheiros utilizavam.
 5. 5. Manuel está “emocionado” por se recordar dos terríveis obstáculos com que deparou no mar. Trata-se de uma personagem sensível e impressionável. Contudo, é perseverante, “ (Sem se deter)”, porque não abdica facilmente das suas ideias.

Grupo III
1.

A Benedita veste-se lindamente = oração subordinante

que estuda artes = oração subordinada adjetiva relativa explicativa

b. As pessoas devem ser incentivadas = oração subordinante
que têm muito talento = oração subordinada adjetiva relativa restritiva

c. A Marieta julga = oração subordinante

que tem quinze anos = oração subordinada substantiva completiva
d. O Público editou um livro de estilo = oração subordinante

a fim de evitar erros comuns = oração subordinada adverbial final

e. Reserva já os bilhetes = oração subordinante

caso queiras ir ao concerto = oração subordinada adverbial condicional

f. Nunca ouvi falar deste livro = oração coordenad

logo desconheço o assunto = oração coordenada conclusiva
2.

a.o fizemos.

b. A Susana não o diz a ninguém.
c. A Ana pô-la na mesa da entrada?

d. Eles levaram-tas a casa?

e. Amanhã far-lha-ei

f. Di-lo-íamos, se isso fosse verdade.

g. Quem é que pode ficar connosco durante o espetáculo?

h. Vocês trouxeram-nos?

3.

a. Embora esteja calor, ela traz um casaco grosso.

b. Tu praticas piano afim de ficar em primeiro lugar no concurso.

c. O João é mais novo do que a irmã.


d. Se estiver atrasado, corro imenso.

e. Estava tanto calor na praia, que nós demos um mergulho.

4.
a. Aquele jurado acha-se muito esperto.

b. Talvez ele não dissesse aquilo por mal.

c. Seria melhor se ele lesse aquele livro sobre bullying.

d. Esta questão resolve-se facilmente.
5. a. A Vitória anda a preparar esta audição meses.

b. Aquela apresentadora usa um cinto à anos 50.
c. Aquele jurado, que é estrábico, não tem moral para fazer comentários…

6. a. Eu intervim num colóquio acerca do ensino do Português.

b. Os juízes do tribunal constitucional impunham esta regra.

c. Se fizesses os TPC, acharias isto facílimo.

IV


Resposta livre