sexta-feira, 22 de maio de 2015


1. duques, duque, duquesa; galos, galinha, galo; profetas, profetisa, profeta; compadres,

comadre, compadre; plebeus, plebeia, plebeu; leões, leoa, leão; carneiros, ovelha,

carneiro; juízes, juíza, juiz; escultores, escultora, escultor; ladrões, ladra, ladrão; homens,

mulher, homem; solteirões, solteirona, solteirão; barões, baronesa, barão; judeu, judia,

judeu.

2. Órgãos, carateres, répteis, barris, itens, fregueses, patrões, jardins, ananases, sons,

recém-casados, girassóis, caixeiros-viajantes, porta-vozes, obras-primas, caminhos de

ferro, vaivéns, mata-borrões, escolas-modelo, bancarrotas.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Por estranho que pareça...

... estes superlativos absolutos sintéticos existem.

 

a. benevolentíssimo  BENEVOLENTE
b. amicíssimo  AMIGO
c. antiquíssimo  ANTIGO
d. audacíssimo  AUDAZ
e. horribilíssimo  HORRÍVEL
f. frigidíssimo  FRIO
g. crudelíssimo  CRUEL
h. dulcíssimo  DOCE
i. sapientíssimo  SÁBIO
j. velocíssimo  VELOZ
k. paupérrimo  POBRE
l. atrocíssimo  ATROZ
m. libérrimo LIVRE
n. acérrimo  ACRE
o. nigérrimo  NEGRO
p. celebérrimo  CÉLEBRE
q. macérrimo  MAGRO
r. aspérrimo  ÁSPERO
s. misérrimo  MÍSERO
t. simplicíssimo SIMPLES
u. felicíssimo FELIZ

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Sugestão de correção do texto argumentativo

 
 
A criação de impostos para alimentos que contêm níveis elevados de açúcar é um tema muito atual, que origina diferentes opiniões. Pessoalmente, sou a favor desta medida.

Considero a criação deste imposto benéfica por duas razões: por um lado, devido ao seu impacto na saúde e bem-estar do cidadão, uma vez que o excesso de açúcar no sangue provoca inúmeras doenças, como diabetes e obesidade; por outro lado, devido a motivos económicos, uma vez que a diminuição do consumo destes produtos melhoraria a saúde dos cidadãos e reduziria os custos no tratamento deste tipo de doenças.

No entanto, alguns argumentam que os cidadãos devem poder escolher livremente os produtos que querem consumir. Dizem, ainda, que a criação destes impostos reduzirá postos de trabalho na indústria alimentar. Considero, porém, que estes argumentos não são válidos, pois os custos das más escolhas de alguns cidadãos não devem ser suportados pelo Estado e, embora seja possível a redução de postos de trabalho, estas medidas também poderão conduzir à criação de empregos em outras áreas como o desporto e o lazer.

Em suma, tendo em conta os argumentos e contra-argumentos expostos, defendo que as vantagens da criação deste imposto se sobrepõem às suas desvantagens.
 
(Texto: Diálogos 8, Porto Editora)

terça-feira, 5 de maio de 2015

5.º teste de avaliação



Leitura 


Expressar, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos 


Escrita
 

Ao contrário de Calvin...

Responder por escrito, de forma completa, a questões sobre um texto

Responder com eficácia e correção a instruções de trabalho, detetando rigorosamente o foco da pergunta.  

Planificar a escrita de textos

Redigir textos com coerência e correção linguística

Escrever um texto argumentativo com a tomada de uma posição; a apresentação de razões que a justifiquem, com argumentos que diminuam a força das ideias contrárias; e uma conclusão coerente ou escrever textos de argumentação contrária a outros propostos pelo professor

Rever os textos escritos: avaliar a correção e a adequação do texto e proceder a todas as reformulações necessárias.

Educação Literária

Ler e interpretar textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e de géneros diversos

Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de referência, justificando

Explicitar o sentido global do texto

Sistematizar elementos constitutivos do texto dramático (ato, cena, fala e indicação cénica)

Distinguir diálogos, monólogos e apartes

Analisar o ponto de vista de diferentes personagens

Detetar a forma como o texto está estruturado (diferentes partes e subpartes)

Identificar e reconhecer o valor dos recursos expressivos já estudados e, ainda, dos seguintes: antítese, perífrase, eufemismo, ironia

Gramática

Mobilizar os conhecimentos de ortografia, morfologia e sintaxe

Optar entre palavras com grafias próximas

Explicitar aspetos fundamentais da morfologia

Identificar e conjugar verbos em todos os tempos (simples e compostos) e modos

Conhecer classes de palavras, com especial incidência em:

- conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa;

 -conjunção subordinativa: condicional, final, comparativa, consecutiva, concessiva e completiva;

- locução conjuncional

Explicitar aspetos fundamentais da sintaxe do português

Aplicar as regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, designadamente em orações subordinadas e na conjugação do futuro e do condicional.

Identificar processos de coordenação e subordinação entre orações:

 - orações coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas e explicativas;

- subordinadas adverbiais condicionais, finais, comparativas, consecutivas e concessivas;

- subordinadas substantivas completivas (função de complemento direto)

Estabelecer relações de subordinação entre orações, identificando os elementos de que dependem as orações subordinadas

Dividir e classificar orações


N. B. Tratando-se de um teste de Português - e, por maioria de razões, o último - pode haver questões versando qualquer matéria estudada até ao momento.
 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Commentaire N.º 13


          A professora XXXXX atribui a cada aluno do 8º ano uma personagem de um livro. No geral, as apresentações foram bastante boas, embora houvesse certos alunos que o nervosismo atrapalhou.
          O principal objetivo das exposições orais era que todos ficassem a conhecer as personagens que foram atribuídas aos seus colegas, mas uma grande parte dos alunos dispersou-se, falando essencialmente do livro e não tanto da personagem.
O limite de tempo, 5 minutos, foi por vezes ultrapassado ou, por outro lado, não atingido. As apresentações foram bem preparadas, no geral, mas houve alunos que recorreram bastante ao guião. Outro aspeto que acho relevante é que alguns alunos, embora poucos, hesitaram durante a sua apresentação, dando uma sensação de incerteza e insegurança.
Um dos aspetos de que gostei foi o uso de gestos para se expressarem e um tom de voz não muito monótono.
Uma das exposições que acho importante destacar é a da XXXXX. Penso que foi muito bem preparada, ficou dentro do tempo pretendido, descreveu bastante bem a sua personagem, não foi monótona e utilizou gestos para se expressar, o que fez com que ficássemos atentos e curiosos durante toda a sua apresentação.
Para concluir, acho que algumas das apresentações superaram as minhas expectativas e, no geral, foram bastante boas.

Commentaire N.º 12

  Ao longo deste ano letivo temos vindo a desenvolver exposições orais com variados temas propostos pela professora de Português.
     No 2º período foi atribuída a cada aluno uma personagem de uma obra, a qual teríamos de apresentar dando a conhecer o seu papel na obra, as suas características físicas, psicológicas, tiques e manias, meio e local  onde se encontram, etc.
     Do meu ponto de vista, as exposições dos meus colegas foram interessantes, com a exceção de alguns que fugiram de alguma forma ao tema, que ultrapassaram o tempo limite ou que leram excertos demasiado extensos que se  tornaram aborrecidos, não conseguindo despertar qualquer interesse pela história da obra.
     Reconheço que as exposições orais são necessárias, pois permitem desenvolver a comunicação, a nossa capacidade de argumentação e objetividade,  pois no futuro  teremos de enfrentar várias situações e teremos de saber controlar as dificuldades de enfrentar um público, cativando-o com o nosso discurso. 

Commentaire N.º 11

 
MY-FAIR-LADY-001.jpg (460×276)

Neste trabalho vou falar sobre duas apresentações individuais e depois passarei a generalizar um pouco.
A primeira oralidade que vou mencionar será a da XXXXX. A oralidade da XXXXX foi bastante interessante e cativante, apesar de a mesma ter gaguejado um pouco em algumas situações.  O trabalho era sobre a personagem XXXXX. Achei que o tempo utilizado foi adequado e que o excerto lido foi interessante.
A segunda oralidade que vou mencionar é a da XXXXX. Penso que a oralidade da XXXXX não foi a melhor, pois mencionou bastante a história do livro e não se focou propriamente na personagem que tinha de retratar. A sua personagem era XXXXX e a sua apresentação durou quatro minutos e trinta e um segundos. Penso que o tempo seria bom, se não tivesse sido uma apresentação com tantos intervalos e tantos usos da expressão "ãh".  Acrescento também que, a meu ver, o excerto lido foi demasiado extenso.


Generalizando, penso que as apresentações da turma foram boas e bastante cativantes. Irei certamente ler alguns dos livros que foram mencionados nas apresentações.


(Imagem retirada de http://static.guim.co.uk/)

Commentaire N.º 10


            No segundo período, nas exposições orais, cada aluno apresentou, perante a turma, a personagem e a obra que lhe fora atribuída.
           A meu ver, houve várias avaliações orais interessantes. Porém, a maioria não respeitou o tempo proposto - 5 minutos -, nem se focou na personagem. Além disso, o frequente uso de "bordões", a falta de expressividade e as repetições em demasia tornaram várias exposições monótonas.
           Na minha opinião, as exposições orais da XXXXXXXX, da XXXXX, da XXXX, do XXXXX e da XXXXXX foram interessantes, pois conheciam bem o conteúdo, escolheram bem o excerto, leram pouco e foram engraçados.
         Segundo o meu ponto de vista, as piores apresentações foram as do XXXXXXX, do XXXXXX, do XXXXXX e da XXXXXX. Estas foram confusas, mal preparadas e quase não abordaram a personagem.
         Em suma, as exposições orais foram boas, havendo, contudo, vários aspetos a sere melhorados.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Commentaire N.º9

 
Eu penso que houve apresentações orais no geral muito boas, principalmente a apresentação da XXXXX, pois acho que ela conseguiu apresentar melhor a personagem.
A personagem da XXXXX era Franny, que surge em duas histórias incluídas num livro chamado “Franny and Zooey”. Este livro consiste em Franny que vê o seu interesse religioso como a resposta para a solução da sua angústia e Zooey, o seu irmão, que quer tentar ajudá-la com a sua crise. A XXXXX conseguiu que eu tivesse mais atenta e mais interessada à apresentação dela, pois fez uma leitura expressiva enquanto lia alguns dos excertos do livro, o que me fez perceber também que o livro era um pouco cómico, que é uma caraterística que eu gosto bastante nos livros. Acho que foi uma apresentação bem estudada e planeada, pois ela não hesitou ao falar sobre a personagem.
Apesar de exceder o tempo limite de apresentação de 5 minutos (6 minutos), foi uma exposição completa e nada aborrecida, com muitas informações: caraterizou bem a personalidade da personagem e relacionou-a com o livro; também referiu a frase emblemática da história e os tiques e manias de Franny.
Por estas razões digo que a apresentação da XXXXX foi uma boa apresentação, e fez com que eu quisesse ler este livro.

(Imagem retirada de http://cdn.indiewire.com/)

Commentaire N.º 8

As exposições orais são importantes, pois não só nos levam a desenvolver a parte da escrita (uma vez que treinamos o resumo, após a leitura das obras), mas também nos ajudam a tornar o nosso discurso oral muito mais explícito ao falar diante da turma.
Desta vez, a professora de Português atribuiu a cada aluno uma personagem, com o objetivo de a analisar na obra ou obras em que aparecia.
Na minha opinião, muitos dos meus colegas não cumpriram o tema, pois falaram mais do livro, em vez de abordarem a personagem. Por outro lado, houve uma ou outra pessoa que escolheu um excerto muito grande, interferindo assim com o tempo limite. Considerei ainda que houve apresentações um pouco confusas a nível do discurso.
Porém, houve aspetos positivos, tais como o facto de alguns colegas terem cumprido o tema e o tempo de forma bastante adequada, tornando a sua apresentação muito interessante. Um facto curioso foi que algumas pessoas referiram que se identificavam com a personagem. Também gostei de alguns excertos que foram lidos, pois achei que tornaram a sua apresentação muito mais cativante.
Considerando todas estas situações, penso que, no geral, houve boas apresentações.
No meu caso,  como gostei da personagem, o discurso tornou-se mais fácil e penso que consegui cativar os meus colegas. Descobri algumas semelhanças entre a minha personagem e a própria autora do livro que partilhei com a turma.
Concluo que todas estas atividades nos ajudam a desenvolver as nossas capacidades

Commentaire N.º 7


Fiquei com uma opinião muito positiva em relação às exposições orais.
Alguns alunos tiveram exposições bastantes interessantes devido ao facto de conhecerem bem o conteúdo, à boa leitura do excerto e da postura calma, como foi o caso da XXXXX, da XXXXX, da XXXXX, do XXXXX, da XXXXX e da XXXXX.
Apercebi-me de alguns que, apesar de terem sido bons, não foram excelentes, pois basearam a apresentação na leitura do texto. Pareciam um pouco inseguros e olharam demasiado para a professora, como é o caso da XXXXX, da XXXXX, da XXXXX, do XXXXX, do XXXXX, da XXXXX, do XXXXX, do XXXXX, da XXXXX e da XXXXX.
Segundo a minha avaliação as apresentações menos positivas foram as da XXXXX, a da XXXXX, a do XXXXX e a da XXXXX. Denunciaram bastante nervosismo, não conheciam bem o conteúdo e falaram mais da história do que da personagem.
Relativamente aos alunos XXXXX e XXXXX, estes não apresentaram porque, segundo disseram, não estavam preparados para o fazer.
Considero a minha apresentação como média, devido ao facto de estar um pouco nervosa, um pouco insegura e também porque não cumpri o tempo estipulado. De qualquer forma, vou esforçar-me para melhorar numa próxima apresentação.

Commentaire N.º 11


Neste trabalho vou falar sobre duas apresentações individuais e depois passarei a generalizar um pouco.

A primeira oralidade que vou mencionar será a da XXXXX. A oralidade da XXXXX foi bastante interessante e cativante, apesar de a mesma ter gaguejado um pouco em algumas situações.  O trabalho era sobre a personagem XXXXX. Achei que o tempo utilizado foi adequado e que o excerto lido foi interessante.

A segunda oralidade que vou mencionar é a da XXXXX. Penso que a oralidade da XXXXX não foi a melhor, pois mencionou bastante a história do livro e não se focou propriamente na personagem que tinha de retratar. A sua personagem era XXXXX e a sua apresentação durou quatro minutos e trinta e um segundos. Penso que o tempo seria bom, se não tivesse sido uma apresentação com tantos intervalos e tantos usos da expressão "ãh".  Acrescento também que, a meu ver, o excerto lido foi demasiado extenso.

Generalizando, penso que as apresentações da turma foram boas e bastante cativantes. Irei certamente ler alguns dos livros que foram mencionados nas apresentações.

terça-feira, 31 de março de 2015

Commentaire N.º 6



Escutadas atentamente as exposições orais dos meus colegas de turma, permito-me fazer um comentário genérico sobre as mesmas:

De um modo geral, as exposições respeitaram o tema proposto (personagem), no entanto, uma parte significativa da turma ficou aquém do tempo indicado (cinco minutos). Por outro lado, também houve quem excedesse o tempo limite. Grande parte dos colegas revelou algum nervosismo no ato de apresentação, retirando algum brilho à sua exposição.

Registo a utilização de “bordões”, por parte de alguns colegas, alguns dos quais com bastante insistência ( “ah...”, “e...”, “depois...”, “então...”, etc.).

Sendo o tema da exposição baseado numa personagem, atribuída pela professora, notei que alguns centraram o seu trabalho mais na história em que se insere a personagem, do que na caracterização da própria personagem, o que me parece desalinhado do desafio que nos foi feito.

Também observei que algumas exposições foram algo monótonas, por deficiente expressividade e excesso de repetições, o que torna o ato da exposição demasiado cansativo para quem ouve.

Particularizando, o trabalho de que mais gostei, na qualidade de ouvinte, foi o da XXXX. A personagem “Clarissa” foi bem caracterizada, bem enquadrada na história e apresentada numa linguagem correta e expressiva, escutando-se com muito agrado. Por isso, merece o meu destaque pela positiva.
 
(Imagem retirada de http://www.beatrizkappke.com/)

Commentaire N.º5


As exposições orais, em geral, foram bastante interessantes. Umas mais engraçadas do que outras, de acordo com as histórias de cada livro e com o desempenho de quem a apresentou.

 Houve pessoas que estavam mais inseguras e isso traduziu-se na sua apresentação. A XXXX transmitiu o seu nervosismo, ao falar muito depressa e fazer algumas pausas para pensar no que estava a dizer. Além disso, esqueceu-se de fazer a leitura do excerto que a professora pediu. Também a XXXX parecia nervosa, pois estava a tremer, prejudicando o seu desempenho. Apesar de ter preparado bem a apresentação, o resultado final não refletiu esse trabalho. O XXXX levou um guião escrito para se orientar e acabou por ler a apresentação, sem conseguir fazer a apresentação oral.

Porém, houve pessoas que apresentaram muito bem, como foi o caso da XXXX1 e da XXXX2. A XXXX1 estava muito segura e bem preparada; notou-se que sabia do que estava a falar. Enquanto apresentava, estava sorridente e muito divertida. A XXXX2 também estava muito segura, sorridente e não transmitiu nervosismo. Escolheu um bom excerto e leu muito bem.

Gostei muito das apresentações. São sempre um bom desafio e uma oportunidade de melhorar a expressão oral.

Commentaire N.º 4


A meu ver, as expressões orais foram muito interessantes. Todos os meus colegas procuraram falar o melhor possível das personagens que lhes foram atribuídas.


Gostei de ouvir alguns dos excertos que foram lidos, uma vez que foram bem escolhidos e mostravam as características das personagens. Por exemplo, a XXXX, que falou acerca da personagem XXXX, apresentou a sua história, o seu perfil, caracterizou-a e, por fim, leu um excerto do livro em que se baseou. A XXXX apresentou a sua personagem, XXXX, lendo primeiro um excerto do livro que mostrava a sua personalidade e falando, de seguida, da sua vida e caracterizando também as obras em que está presente, o que se tornou um pouco enfadonho. Por outro lado, teve uma boa dicção e projeção de voz.
Nos aspetos negativos, vou apontar as mãos nos bolsos, a quase leitura do guião e falar mais sobre a obra do que sobre a personagem.
Uma outra expressão oral da qual gostei bastante foi a da XXXX, pois entusiasmei-me com o facto de Mary Poppins ter poderes sobrenaturais e de ser uma ama mágica. Gostei da forma como a XXXX apresentou a sua vida e o seu perfil, tendo uma boa dicção, recorrendo a expressões simpáticas e lendo um excerto do livro.
Em suma, falar sobre personagens de ficção foi uma boa forma de ficar a conhecer mais acerca delas e também de partirmos à descoberta de outros aspetos acerca das mesmas, lendo obras onde estão presentes.
(Imagem retirada de https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/)

Commentaire N.º 3

 
Este período, para a realização das exposições orais de Português, cada aluno teve a oportunidade de apresentar aos seus colegas a personagem que lhe fora atribuída.

Antes de mais, gostava de demonstrar o meu desagrado acerca da falta de pontualidade e de responsabilidade em cumprir prazos, visto que no dia marcado para apresentar as exposições apenas cinco alunos o fizeram.

O primeiro grande problema de algumas exposições foi a postura. Ao longo das apresentações houve mãos nos bolsos e até quem brincasse com a caneta ou com o casaco. Outro grande problema foi o olhar, pois houve quem o dirigisse apenas para a professora ou quem decidisse fixá-lo num ponto.

Na minha opinião, as grandes enumerações tornaram as exposições maçadoras e fizeram com que a atenção dos colegas se dispersasse. Porém, existiram técnicas que, a meu ver, funcionaram. Entre elas estão as comparações, como por exemplo a comparação entre Mary Read e Merida. Gostei também quando eram mencionados alguns vícios ou características específicas das personagens. Outra técnica muito utilizada foi a leitura de excertos do livro que estava na base da exposição oral. Contudo, alguns dos excertos eram desnecessários, dado que não acrescentaram nada de novo à exposição.

No geral, gostei de todas as apresentações, uma vez que fiquei a conhecer personagens de que nunca tinha ouvido falar e gostei sobretudo de ter sido confrontada com o desafio de apresentar também a minha personagem aos meus colegas.

(Imagem retirada de http://cdn.spectator.co.uk/)

Commentaire N.º 2




Ao longo de três semanas do final do 2º período, no sentido de realizar a avaliação da expressão oral, foi-nos proposto pela professora que apresentássemos uma personagem de um livro, indicada por ela.

Na minha opinião, as apresentações foram bastante positivas, na sua generalidade. Cheguei a esta conclusão depois de refletir sobre alguns aspetos benéficos, como a fluidez, a clareza do discurso e o estilo relaxado, com algumas expressões engraçadas e que despertaram interesse, as quais tornaram as exposições agradáveis. Isto demonstrou a confiança dos colegas, que também cativaram através da leitura e explicação de excertos, o que permitiu perceber o contexto.

No entanto, penso que algumas apresentações teriam sido melhores se alguns colegas optassem por adotar um tom de voz mais audível e sem sons hesitantes, ou  se adotassem uma postura menos tensa e sem as mãos nos bolsos. Por outro lado, teria contribuído para uma melhor compreensão a escolha de um excerto mais relacionado com o que estavam a dizer, assim como uma melhor organização do discurso.


Apesar disto, estas exposições levaram a que ficasse a conhecer personagens e livros que desconhecia, de entre os quais destaco Alice, Robinson Crusoe e Sherlock Holmes. No caso de Alice cativou-me para a leitura, mesmo já conhecendo a história e a personagem, pois ao relê-lo iria notar aspetos referidos na exposição, ao contrário de Robinson Crusoe, que desconhecia, e por isso, pretendo ler a sua história. Já o Sherlock Holmes levou a que me interessasse pelas suas investigações.

(Imagem retirada de http://fc09.deviantart.net/)

Commentaire n.º 1


As exposições orais apresentadas pelos alunos da turma do 8ºA foram boas. No entanto, foram cometidos erros graves em algumas apresentações.
 
No geral, todas as apresentações foram interessantes, com personagens maravilhosas e também livros escritos por autores fantásticos (alguns melhores do que outros, mas isso é normal). A maioria dos alunos expressou-se de uma maneira bastante boa, dando o seu melhor.
 
Por outro lado, houve alunos que quase não falaram nada sobre a personagem que lhes tinha sido atribuída. Limitaram-se a contar a história do livro que leram e nada mais fizeram. Outros basearam as suas orais na leitura de um excerto enorme (alguns até de várias páginas), “assassinando” uma apresentação que poderia ter sido bastante boa. Houve também quem não se tivesse esforçado nada, inventando bastante ao chegar o momento da apresentação.
 
Um conselho que dou a alguns alunos é que comecem a articular bem as palavras e a entoá-las (nunca exageradamente), para não tornar as próximas exposições tão aborrecidas, de modo que consigam cativar a atenção de todos os colegas. 
 
Notava-se o nervosismo em praticamente todos os alunos, mas, para além dos aspetos negativos referidos anteriormente, gostei de todas as apresentações, salvo raras exceções, de alunos que poderiam ter-se esforçado ligeiramente mais.

domingo, 8 de março de 2015

Cenário de correção 4.º teste ("A foto")


Grupo I

  1. C-B-D-F-A-E
  2. 2.1. C
    1. B
    2.  B
  3. D
    Grupo II

  1. Trata-se de uma metáfora. O seu valor expressivo advém da temática do texto (o bisavô cuja morte está iminente), mas também mostra que os protestos foram tantos e tão pesados como uma pedra de sepultura. Também podemos considerar que há uma personificação, na medida em que apenas os seres vivos podem ser sepultados. Nesta hipótese, a escolha do verbo é motivada pela temática da crónica.
    2.1 “Não deixa eles te humilharem, Mário César.”
    2.2. “Tira você mesmo, ué.”
    2.3. “Tira você mesmo, .”
     
    3.1 Mário César tê-la-ia tirado , se não tivesse receio de irritar Bitinha.

3.2 Depois de observarem a cena, os empregados do restaurante decidiram tirá-la.

3.3 No ano que vem, a bisavó convidá-la-á novamente.

3.4. De acordo com o Castelo, “o bisa” não a arrancou da sua mão.

 

4.1.2 “(…) impaciente (…)”

4.2.1 “(…) que vão surgindo no mercado (…)”

 

5.1 Quando Mário César se ofereceu para tirar a fotografia, Bitinha opôs-se.

5.2. Mário César ofereceu-se para tirar a fotografia para resolver a questão.

5.3. O bisavô tomou uma atitude drástica, porque estava fatigado.

 

Grupo III

Resposta livre (80-120 palavras)