terça-feira, 31 de março de 2015

Commentaire N.º 6



Escutadas atentamente as exposições orais dos meus colegas de turma, permito-me fazer um comentário genérico sobre as mesmas:

De um modo geral, as exposições respeitaram o tema proposto (personagem), no entanto, uma parte significativa da turma ficou aquém do tempo indicado (cinco minutos). Por outro lado, também houve quem excedesse o tempo limite. Grande parte dos colegas revelou algum nervosismo no ato de apresentação, retirando algum brilho à sua exposição.

Registo a utilização de “bordões”, por parte de alguns colegas, alguns dos quais com bastante insistência ( “ah...”, “e...”, “depois...”, “então...”, etc.).

Sendo o tema da exposição baseado numa personagem, atribuída pela professora, notei que alguns centraram o seu trabalho mais na história em que se insere a personagem, do que na caracterização da própria personagem, o que me parece desalinhado do desafio que nos foi feito.

Também observei que algumas exposições foram algo monótonas, por deficiente expressividade e excesso de repetições, o que torna o ato da exposição demasiado cansativo para quem ouve.

Particularizando, o trabalho de que mais gostei, na qualidade de ouvinte, foi o da XXXX. A personagem “Clarissa” foi bem caracterizada, bem enquadrada na história e apresentada numa linguagem correta e expressiva, escutando-se com muito agrado. Por isso, merece o meu destaque pela positiva.
 
(Imagem retirada de http://www.beatrizkappke.com/)

Commentaire N.º5


As exposições orais, em geral, foram bastante interessantes. Umas mais engraçadas do que outras, de acordo com as histórias de cada livro e com o desempenho de quem a apresentou.

 Houve pessoas que estavam mais inseguras e isso traduziu-se na sua apresentação. A XXXX transmitiu o seu nervosismo, ao falar muito depressa e fazer algumas pausas para pensar no que estava a dizer. Além disso, esqueceu-se de fazer a leitura do excerto que a professora pediu. Também a XXXX parecia nervosa, pois estava a tremer, prejudicando o seu desempenho. Apesar de ter preparado bem a apresentação, o resultado final não refletiu esse trabalho. O XXXX levou um guião escrito para se orientar e acabou por ler a apresentação, sem conseguir fazer a apresentação oral.

Porém, houve pessoas que apresentaram muito bem, como foi o caso da XXXX1 e da XXXX2. A XXXX1 estava muito segura e bem preparada; notou-se que sabia do que estava a falar. Enquanto apresentava, estava sorridente e muito divertida. A XXXX2 também estava muito segura, sorridente e não transmitiu nervosismo. Escolheu um bom excerto e leu muito bem.

Gostei muito das apresentações. São sempre um bom desafio e uma oportunidade de melhorar a expressão oral.

Commentaire N.º 4


A meu ver, as expressões orais foram muito interessantes. Todos os meus colegas procuraram falar o melhor possível das personagens que lhes foram atribuídas.


Gostei de ouvir alguns dos excertos que foram lidos, uma vez que foram bem escolhidos e mostravam as características das personagens. Por exemplo, a XXXX, que falou acerca da personagem XXXX, apresentou a sua história, o seu perfil, caracterizou-a e, por fim, leu um excerto do livro em que se baseou. A XXXX apresentou a sua personagem, XXXX, lendo primeiro um excerto do livro que mostrava a sua personalidade e falando, de seguida, da sua vida e caracterizando também as obras em que está presente, o que se tornou um pouco enfadonho. Por outro lado, teve uma boa dicção e projeção de voz.
Nos aspetos negativos, vou apontar as mãos nos bolsos, a quase leitura do guião e falar mais sobre a obra do que sobre a personagem.
Uma outra expressão oral da qual gostei bastante foi a da XXXX, pois entusiasmei-me com o facto de Mary Poppins ter poderes sobrenaturais e de ser uma ama mágica. Gostei da forma como a XXXX apresentou a sua vida e o seu perfil, tendo uma boa dicção, recorrendo a expressões simpáticas e lendo um excerto do livro.
Em suma, falar sobre personagens de ficção foi uma boa forma de ficar a conhecer mais acerca delas e também de partirmos à descoberta de outros aspetos acerca das mesmas, lendo obras onde estão presentes.
(Imagem retirada de https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/)

Commentaire N.º 3

 
Este período, para a realização das exposições orais de Português, cada aluno teve a oportunidade de apresentar aos seus colegas a personagem que lhe fora atribuída.

Antes de mais, gostava de demonstrar o meu desagrado acerca da falta de pontualidade e de responsabilidade em cumprir prazos, visto que no dia marcado para apresentar as exposições apenas cinco alunos o fizeram.

O primeiro grande problema de algumas exposições foi a postura. Ao longo das apresentações houve mãos nos bolsos e até quem brincasse com a caneta ou com o casaco. Outro grande problema foi o olhar, pois houve quem o dirigisse apenas para a professora ou quem decidisse fixá-lo num ponto.

Na minha opinião, as grandes enumerações tornaram as exposições maçadoras e fizeram com que a atenção dos colegas se dispersasse. Porém, existiram técnicas que, a meu ver, funcionaram. Entre elas estão as comparações, como por exemplo a comparação entre Mary Read e Merida. Gostei também quando eram mencionados alguns vícios ou características específicas das personagens. Outra técnica muito utilizada foi a leitura de excertos do livro que estava na base da exposição oral. Contudo, alguns dos excertos eram desnecessários, dado que não acrescentaram nada de novo à exposição.

No geral, gostei de todas as apresentações, uma vez que fiquei a conhecer personagens de que nunca tinha ouvido falar e gostei sobretudo de ter sido confrontada com o desafio de apresentar também a minha personagem aos meus colegas.

(Imagem retirada de http://cdn.spectator.co.uk/)

Commentaire N.º 2




Ao longo de três semanas do final do 2º período, no sentido de realizar a avaliação da expressão oral, foi-nos proposto pela professora que apresentássemos uma personagem de um livro, indicada por ela.

Na minha opinião, as apresentações foram bastante positivas, na sua generalidade. Cheguei a esta conclusão depois de refletir sobre alguns aspetos benéficos, como a fluidez, a clareza do discurso e o estilo relaxado, com algumas expressões engraçadas e que despertaram interesse, as quais tornaram as exposições agradáveis. Isto demonstrou a confiança dos colegas, que também cativaram através da leitura e explicação de excertos, o que permitiu perceber o contexto.

No entanto, penso que algumas apresentações teriam sido melhores se alguns colegas optassem por adotar um tom de voz mais audível e sem sons hesitantes, ou  se adotassem uma postura menos tensa e sem as mãos nos bolsos. Por outro lado, teria contribuído para uma melhor compreensão a escolha de um excerto mais relacionado com o que estavam a dizer, assim como uma melhor organização do discurso.


Apesar disto, estas exposições levaram a que ficasse a conhecer personagens e livros que desconhecia, de entre os quais destaco Alice, Robinson Crusoe e Sherlock Holmes. No caso de Alice cativou-me para a leitura, mesmo já conhecendo a história e a personagem, pois ao relê-lo iria notar aspetos referidos na exposição, ao contrário de Robinson Crusoe, que desconhecia, e por isso, pretendo ler a sua história. Já o Sherlock Holmes levou a que me interessasse pelas suas investigações.

(Imagem retirada de http://fc09.deviantart.net/)

Commentaire n.º 1


As exposições orais apresentadas pelos alunos da turma do 8ºA foram boas. No entanto, foram cometidos erros graves em algumas apresentações.
 
No geral, todas as apresentações foram interessantes, com personagens maravilhosas e também livros escritos por autores fantásticos (alguns melhores do que outros, mas isso é normal). A maioria dos alunos expressou-se de uma maneira bastante boa, dando o seu melhor.
 
Por outro lado, houve alunos que quase não falaram nada sobre a personagem que lhes tinha sido atribuída. Limitaram-se a contar a história do livro que leram e nada mais fizeram. Outros basearam as suas orais na leitura de um excerto enorme (alguns até de várias páginas), “assassinando” uma apresentação que poderia ter sido bastante boa. Houve também quem não se tivesse esforçado nada, inventando bastante ao chegar o momento da apresentação.
 
Um conselho que dou a alguns alunos é que comecem a articular bem as palavras e a entoá-las (nunca exageradamente), para não tornar as próximas exposições tão aborrecidas, de modo que consigam cativar a atenção de todos os colegas. 
 
Notava-se o nervosismo em praticamente todos os alunos, mas, para além dos aspetos negativos referidos anteriormente, gostei de todas as apresentações, salvo raras exceções, de alunos que poderiam ter-se esforçado ligeiramente mais.

domingo, 8 de março de 2015

Cenário de correção 4.º teste ("A foto")


Grupo I

  1. C-B-D-F-A-E
  2. 2.1. C
    1. B
    2.  B
  3. D
    Grupo II

  1. Trata-se de uma metáfora. O seu valor expressivo advém da temática do texto (o bisavô cuja morte está iminente), mas também mostra que os protestos foram tantos e tão pesados como uma pedra de sepultura. Também podemos considerar que há uma personificação, na medida em que apenas os seres vivos podem ser sepultados. Nesta hipótese, a escolha do verbo é motivada pela temática da crónica.
    2.1 “Não deixa eles te humilharem, Mário César.”
    2.2. “Tira você mesmo, ué.”
    2.3. “Tira você mesmo, .”
     
    3.1 Mário César tê-la-ia tirado , se não tivesse receio de irritar Bitinha.

3.2 Depois de observarem a cena, os empregados do restaurante decidiram tirá-la.

3.3 No ano que vem, a bisavó convidá-la-á novamente.

3.4. De acordo com o Castelo, “o bisa” não a arrancou da sua mão.

 

4.1.2 “(…) impaciente (…)”

4.2.1 “(…) que vão surgindo no mercado (…)”

 

5.1 Quando Mário César se ofereceu para tirar a fotografia, Bitinha opôs-se.

5.2. Mário César ofereceu-se para tirar a fotografia para resolver a questão.

5.3. O bisavô tomou uma atitude drástica, porque estava fatigado.

 

Grupo III

Resposta livre (80-120 palavras)