sábado, 13 de dezembro de 2014

Há erros vergonhosos ou À erros vergonhosos?



Há bocado ou à bocado?
A construção correta é há bocado.
é a terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo haver. Neste caso, o verbo indica tempo decorrido, por isso, emprega-se como impessoal, ou seja, conjuga-se apenas na 3.ª pessoa do singular.
À é a contração da preposição a com o artigo definido, no feminino, singular, a.



In http://www. portoeditora.pt (acedido em 13/12/2014)

Não inventem, por favor...



A expressão "tem haver" não existe. Em certos contextos, podemos dizer/ escrever "tem a haver". Por exemplo: se alguém nos deve dinheiro, pode dizer-se "Os trabalhadores têm a haver o seu subsídio de Natal". Já a expressão "tem a ver com" significa relacionar-se com, dizer respeito a.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cenário de correção 8.ºB




Grupo I
árvore
barco/embarcação
comboio

carta de jogar
ótimo
Palavra polissémica

primeiro adj numeral
abafado – adj qualificativo

Poema/estrofe

bastante – quantidade e grau
inclusivamente – inclusão
depois – tempo
agradavelmente – modo
quiçá – dúvida

Advérbio relativo
Advérbio interrogativo

Intransitivo
Transitivo direto e indireto
Transitivo indireto

Verbo copulativo
Auxiliar da passiva

Dada a sua juventude, o gato nunca estava/ficava cansado.
Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.
O gatinho permanecia imóvel, vendo Anne a escrever.
Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.
Quando o anexo foi pilhado, Mouschi ficou inconsolável
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)
.
Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto

Naquele esconderijo, Mouschi passou a vê-los com outros olhos.
Anne passá-las-ias a fazer o reco­nhecimento daquela que iria ser a sua casa.
Miep ofereceu-lha, o que, no anexo, era um verdadeiro tesouro.
Quando Miep o encontrou, ficou aliviadíssima.

Pronome pessoal recíproco
Pronome pessoal reflexo

Anne pediu a Mouschi que saísse dali. Perguntou-lhe se não via que estavam a trabalhar e se não sabia que aquele trabalho tinha de ser entregue no dia seguinte.
- Mouschi, isto que eu escrevo é a minha única forma de liberdade.

Num primeiro momento, destaca-se que Mouschi, o gato de Anne Frank, proporciona ao leitor um contacto efectivo com as consequências da guerra no universo quotidiano e privado de uma família e de uma adolescente, evidenciando aspectos esquecidos dos conflitos. Seguidamente, realça-se que José Jorge Letria usa de rigor histórico e é fiel ao texto original, com o qual estabelece um diálogo intertextual. Desta forma, a identificação dos leitores com a protagonista da obra de José Jorge Letria, facilitada pela idade próxima, pelas actividades desenvolvidas, pelos gostos e comportamentos, fortalecerá, certamente, a percepção das consequências particulares e amplamente trágicas dos conflitos armados. Por outro lado, a focalização realizada a partir do ponto de vista do gato permite a reconstituição do percurso de personagens referenciais de perspectivas originais, uma vez que o narrador felino tem grandes afinidades com a sua dona e transmite, desta forma /por último, uma visão particular da sua vida, emoções, pensamentos e acções.”

Grupo II
Resposta livre


Cenário de correção 8.ºC



Grupo I
Mão
Escola
Piano

Sem sapatos
Desprotegidos

Palavras polissémicas

Primeiro: adjetivo numeral
Descalços: adjetivo qualificativo

Biblioteca/ estante

Porventura: advérbio de dúvida
Inclusive: advérbio de inclusão
Amanhã: advérbio de tempo
Não: advérbio de negação
muito: advérbio de quantidade e grau

Advérbio relativo
Advérbio interrogativo

Transitivo dierto e indireto
transitivo direto
intransitivo

Verbo copulativo
verbo auxiliar da passiva

Júlio era/revelava-se o aluno mais capaz.
Todos os alunos estavam/ficavam à espera de ver quem batia em quem.
Quando apanhava, Júlio permanecia impassível.
Manuel, pelo contrário, parecia/ficava nervoso.
(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)


Pretérito mais-que-perfeito simples
Pretérito mais-que-perfeito composto
Manuel sussurrou-lha.
Oxalá não a tivesse sussurrado
Manuel via-a nos filmes e nas revistas.
Se um aluno se enganasse num verbo, o Lencastre pô-lo-ia de cabeça para baixo e obrigava-o a conjugar o verbo assim.

Pronome pessoal reflexo
Pronome pessoal recíproco

Por fim, o meu pai disse que aquele cão tinha um problema. Estava convencido de que não era cão.
Num primeiro momento, “Uma estrela”, de Manuel Alegre, apresenta-se como um conto de Natal, mas não se esgota nessa leitura. Com efeito, a narrativa caracteriza-se, ainda, pela revisitação dos Natais da infância e da celebração em família, assim como um em particular do exílio, recuperando memórias e afectos e cruzando diferentes momentos relevantes na vida do narrador. O Natal e a sua celebração ganham contornos de contemporaneidade e revelam o seu significado mais profundo, de comunhão entre os homens. Simultaneamente, as ilustrações de Cristina Valadas sublinham o cariz alternativo da narrativa, afastando-se das cores e formas tradicionais natalícias. Concluindo, o lirismo que pontua a narrativa radica, igualmente, na recuperação das memórias da avó Margarida.[1]

Grupo II
Resposta livre




[1] Baseado num texto de Ana Margarida Ramos (casadaleitura/portalbeta/bo, acedido em 21/11/2014)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Cenário de correção 8.ºA


Grupo I

Computador

Mão

Casa

Meio de transmissão

Carro

Palavras polissémicas

Primeira – adj numeral

Trágica – adj qualificativo

Ninhada

Muito – quantidade e grau

Até – inclusão

Depois – tempo

Magnificamente – modo

Talvez – dúvida

Advérbio interrogativo

Advérbio relativo

Transitivo indireto

Intransitivo

Transitivo direto

Auxiliar da passiva

Verbo copulativo

Mouschi permanecia imóvel, vendo Anne a escrever.

Dada a sua juventude, o gato nunca estava cansado.

Por isso também, parecia/era pouco ajuizado.

Quando o anexo foi pilhado, Mouschi ficou muito triste.

(Nota: os verbos repetidos não são contabilizados)

Pretérito mais-que-perfeito composto

Pretérito mais-que-perfeito simples

Naquele esconderijo, eu passei a admirá-los.

Anne passá-las-ia a fazer o reco­nhecimento daquela que iria ser a sua casa.

Anne bichanou-lho.

Quando Miep o encontrou, ficou aliviadíssima.

Pronome pessoal recíproco

Pronome pessoal reflexo

Anne disse a Mouschi que saísse dali. Perguntou-lhe se não via que estavam a trabalhar e se não sabia que aquele trabalho tinha de ser entregue no dia seguinte.

- Mouschi, isto que eu escrevo é a minha única forma de liberdade. - desabafou Anne.

Num primeiro momento, destaca-se que Mouschi, o gato de Anne Frank, proporciona ao leitor um contacto efetivo com as consequências da guerra no universo quotidiano e privado de uma família e de uma adolescente, evidenciando aspetos esquecidos dos conflitos. Seguidamente, realça-se que José Jorge Letria usa de rigor histórico e é fiel ao texto original, com o qual estabelece um diálogo intertextual. Por último, a identificação dos leitores com a protagonista da obra de José Jorge Letria, facilitada pela idade próxima, pelas atividades desenvolvidas, pelos gostos e comportamentos, fortalecerá, certamente, a perceção das consequências particulares e amplamente trágicas dos conflitos armados. Por outro lado, a focalização realizada a partir do ponto de vista do gato permite a reconstituição do percurso de personagens referenciais de perspetivas originais, uma vez que o narrador felino tem grandes afinidade com a sua dona e transmite, desta forma, uma visão particular da sua vida, emoções, pensamentos e ações.

Grupo II

Resposta livre

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Objetivos para o 2º teste 8.º A/B/C


Será dado particular relevo aos conteúdos que constam desta lista - e destaque especial aos que estão sublinhados. Porém, um teste de Português pode conter, virtualmente, toda a matéria estudada, incluindo nos ciclos anteriores.

testy.jpg (425×270)

Gramática

  • Integrar as palavras nas classes e subclasses a que pertencem: determinante, nome, quantificador, preposição (simples ou contraída), advérbio (em particular: conetivo; distinção entre relativo e interrogativo), nome, adjetivo (qualificativo e numeral), verbos, pronomes (e respetivos antecedentes), pronomes pessoais reflexos e recíprocos.
  • Reconhecer e estabelecer as seguintes relações semânticas: sinonímia, antonímia, hiperonímia e holonímia.
  • Explicar neologismos. Identificar palavras polissémicas e seus significados. Distinguir palavras polissémicas de monossémicas.
  • Aplicar as regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal: em orações subordinadas; na conjugação do futuro e do condicional
  • Transformar discurso direto em indireto e vice-versa

 Caderno de exercícios: pp. 20-21, 30-35, 40-43, 46-47 (até 4., inclusive), 49-51 e 84). Os conetores discursivos são particularmente importantes, pois tanto podem surgir na gramática, como fatalmente na escrita.


Escrita

 

Planificar a escrita de textos, explicitando o plano, estabelecendo objetivos para o que se pretende escrever, registando ideias e organizando-as; organizar a informação segundo a tipologia do texto (diário/memórias/retrato/texto biográfico/texto narrativo).

Redigir textos com coerência e correção linguística, em que a informação surge de forma ordenada e coerente. O texto deve ter uma estrutura e um formato apropriados e ser adequado ao público a que se destina. O vocabulário e as estruturas sintáticas devem ser diversificados (evitem as repetições de palavras e variem os conetores discursivos). Pontuem com correção. Este ano, para além do que já sabiam, devem mostrar-me que manejam com eficácia os dois pontos, o travessão e o ponto e vírgula. No fim, devem avaliar a correção e a adequação do texto e proceder a todas as reformulações necessárias.

 A caligrafia deve ser legível, pois não sou perita em grafologia. Devem escrever todas as respostas na(s) folha(s) de teste da escola. Não corrigirei respostas escritas no enunciado (sim, J. A., é em ti que estou a pensar).