O conto “Natal”, de Miguel Torga,
é um texto que tem uma boa história de base, embora apresente uma escrita
confusa.
Acho o mendigo Garrinchas um bom
assunto, representando a bondade deste para com a santa (apesar de esta não ser
real, mas apenas uma imagem).
Por outro lado, o constante uso
de bordões, diminutivos e um estilo descontraído, fazem com que o texto se
torne confuso e, principalmente no início, enfadonho. O conto torna-se
aborrecido e aquela maravilhosa história de base perde a “magia” que a
tornaria esplêndida.
Finalizando, recomendo a leitura
desta história apenas às pessoas que gostam deste tipo de escrita, caso
contrário acharão o mesmo que eu: uma história arruinada pelo registo de
língua.
Laura
Laura
O conto “Natal”, escrito por Miguel Torga, contido no livro “Novos Contos da Montanha”, é um conto bastante desinteressante.
Não me desperta qualquer tipo de
curiosidade. Posso justificá-lo dizendo que mais de metade do texto se refere a
um homem a tentar subir uma montanha. Depois, tudo passa para um cenário religioso,
que também não é o tema que mais aprecio. Para exemplificar: a personagem
principal, Garrinchas, tenta oferecer parte da sua ceia de Natal a uma estátua
que estava dentro de uma igreja.
Concluindo, recomendo este conto
a leitores que gostem de perder o seu tempo a ler três páginas de texto sem
significado ou qualquer sentido.
Frederico
Na minha opinião, a obra “Natal”
de Miguel Torga é – embora um pouco confusa – bastante interessante.
Dado que trata de uma época do ano
que aprecio, a obra cativou-me bastante. Contudo, não se trata de uma história
típica de Natal em que a família se reúne, trata-se de uma história em que a
personagem principal passa o Natal numa capela com Maria e Jesus. A semelhança
com a realidade fez com que a história me interessasse, todavia tem
um registo de língua um pouco complicado, como nos exemplos “ de estevas e
giestas” e “Agora albergar o copo”.
Em suma, o conto é aconselhável,
tendo em conta a idade do leitor, mas, devido ao registo de língua, nem toda a
gente consegue perceber.
Maria João
Na minha opinião, o conto "Natal", de Miguel Torga, é um conto com uma história um pouco triste, que tem como personagem principal Garrinchas, um velho mendigo.
Na minha opinião, o conto "Natal", de Miguel Torga, é um conto com uma história um pouco triste, que tem como personagem principal Garrinchas, um velho mendigo.
Este conto é um pouco triste porque, neste caso, e passo a citar:"(...) nem casa nem família(...)" esperavam Garrinchas. Acho o conto muito interessante, porque remata para uma realidade que, infelizmente, muitas pessoas acham que não existe, mas existe, e cada vez se nota mais, que é o facto de muita gente ser pobre e não ter sítio onde comer ou dormir.
Também acho que foi muito bem escrito, porque o escritor conseguiu acrescentar palavras ou frases, como por exemplo:"Olarila" e "lá morrer de frio isso vírgula" mais familiares que proporcionam animação sem tornar o conto demasiado popular.
Para
concluir, acho a escolha do título uma escolha muito inteligente, pois trata do
tema do Natal, que chama a atenção aos leitores.
Sofia
O título do conto “Natal”, de Miguel Torga, remete para uma realidade que nem sempre se verifica, sendo, neste caso, uma realidade triste e cruel.
Na minha
opinião, o conto “Natal” de Miguel Torga é muito interessante, uma vez que aborda o Natal de maneira diferente. Ou seja: normalmente, nos livros que
tratam este tema, a personagem principal passa o Natal com a família, mas neste
caso não.
Neste conto, o
velho Garrinchas passou parte do Natal sozinho, como refere o texto “E a
verdade é que nem casa nem família o esperavam”, e esta situação sucede na
realidade de muitas pessoas.
A parte que
mais me cativou foi que o velho Garrinchas arranjou maneira de não passar o
Natal sozinho, e achei muito criativo o facto de a companhia de Garrinchas ser
Maria e Jesus.
Concluindo,
recomendo esta obra pois é muito cativante, abordando o Natal de uma forma
mágica!
Sara
O título do conto “Natal”, de Miguel Torga, remete para uma realidade que nem sempre se verifica, sendo, neste caso, uma realidade triste e cruel.
Achei
o início um pouco confuso, devido ao uso de expressões que desconhecia, tais
como: “ouvidos de mercador à fadiga” e “enxergava”. Penso, no entanto, que a
partir de uma certa parte, o autor começa a usar vocabulário mais popular ,do
género: “olarila” e “Lá morrer de frio, isso vírgula!”. A história de
Garrinchas relata, infelizmente, uma realidade cada vez mais frequente: é uma
pessoa que não tem família nem casa e vive das esmolas que lhe são dadas.
Em
suma, não aconselho a leitura deste conto a quem não tenha muito vocabulário.
Mariana
Gosto muito
ResponderEliminarCarla, torres novas
Gosto muito
ResponderEliminarCarla, torres novas