Versão 1: c, b, a, b, c, a
Versão 2: a, a, a, b, b, a
II
1. As expressões do texto que
provam que o narrador recorda acontecimentos anteriores à narração são “Quando
aqui há uns meses (…)”, “Desde que entrei na nossa casa, vinda da maternidade
(…)”, “Depois fui crescendo (…)”, “Nessa altura”ou “uma tarde”.
2. O narrador é participante,
pois é a personagem principal que narra os acontecimentos na primeira pessoa
(“minha mãe", “entrei”, etc.)
3. As personagens são a Mina, a
sua mãe, a avó Nani e o Crispim, que é namorado da mãe de Mina.
4.1. O pronome refere-se a Nani e
a Crispim.
4.2. Ao declarar que Mina acabava
o 9.º ano e ia trabalhar, a mãe lembrou-lhes um “extraterrestre”, isto é, um
ser de outro planeta que desconhece a realidade do mundo onde vive. Com efeito, e atendendo à forma como Nina educou a neta, era de esperar que tivesse expectativas mais elevadas (como se comprova na sua afirmação "Sempre pensei que ela fizesse o 12.º ano e depois fosse para Românicas.").
5. Por intermédio de Nani, a Mina
contactou desde criança com árias de ópera, temas musicais, banda desenhada, os
romances da condessa de Ségur e, mais tarde, romances de amor, quase todos
franceses.
6. A coleção de Spirou e do
Tintin, que já tinha pertencido à mãe de Mina, dava a impressão de nunca ter
sido lida, pois “(…) os álbuns pareciam novos, nem sequer os cantos das páginas
virados”.
7. De acordo com Crispim, não se
devem virar os cantos das páginas dos livros, para não os danificar.
8. Uma vez que a mãe e o Crispim
namoravam há pouco tempo, Mina ainda não o conhecia bem e, como tal, tinha
algumas reservas em relação a ele.
9.1 Crispim sugere, como leitura
alternativa, os Cinco.
9.2. Resposta livre.
III
- a. Brancura/branquíssimo b. esbranquiçar/embranquecer
- a. resgate b. denúncia
- derivação não afixal
- a. Eu (sujeito simples) b. Os médicos e os farmacêuticos (sujeito composto) c. sujeito nulo subentendido (os médicos e os farmacêuticos)
- a. predicativo do sujeito b. complemento oblíquo c. lhe = complemento indireto; a medicação = complemento direto
- a. Nani educou Mina. b. Romances de amor eram lidos pela jovem. c. O livro John, chauffeur russo terá sido folheado por Crispim com evidente desagrado.
- a. por Nani; b. pela jovem; c. por Crispim.IV
A revista e a personagem“Spirou” surgem em 1938.
Entre as duas Guerras Mundiais, o francês Robert Velter trabalha num
transatlântico, onde conhece o desenhador e argumentista norte-americano Martin Branner, com quem trabalha nos Estados Unidos. Regressa a França em 1936, iniciando uma carreira na banda desenhada.
Em 1938, o editor belga Jean Dupuis convida-o a criar uma
personagem para uma revista. Surge Spirou e as suas aventuras apelativas. Em 1940 Velter é aprisionado pelos alemães. Durante um ano, Jijé dará continuidade à obra. Velter ainda desenha Spirou entre 1941 e 1943, mas vende os
direitos à Dupuis.
Jijé volta a ocupar-se da série até 1946, mas é substituído por André
Franquin. Não sendo o criador de Spirou nem do seu esquilo Spip, é este quem a leva ao apogeu.
Imagem:http://i-cms.linternaute.com/. Texto (com supressões): Carlos Pessoa, in http://static.publico.pt/coleccoes/spirou/paqueteNasceuHeroi.asp, acedido em 20/1/2015.


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